De: Fátima Rejane Ayres Florentino (Porto Alegre, RS)
Terça-feira, 11 de março de 2025, às 15:30
Boa tarde,
Estou com dúvidas quanto a umbral, colônias espirituais.
Segundo alguns conceituados estudiosos espíritas o umbral não é um lugar circunscrito, pré-definido.
E as colônias espirituais? Por exemplo, o Nosso Lar é um lugar pré-definido?
Att.
Fátima
Resposta do Editor:
O Umbral nada mais é que uma região espiritual de transição, a que André Luiz se refere no livro Nosso Lar, cap. 12, págs. 71 a 73.
Sobre o assunto vale a pena consultar a obra Cidade no Além, de Francisco Cândido Xavier e Heigorina Cunha, com participação dos Espíritos Lucius e André Luiz. A parte relativa a André Luiz foi psicografada por Chico Xavier em 17 de junho de 1983.
Segundo esse livro, o campo magnético da Terra divide-se em sete esferas.
A 1ª esfera comporta o Umbral "grosso", uma esfera mais materializada, constituída por regiões purgatoriais mais dolorosas e de cujas organizações comunitárias temos poucas notícias.
A 2ª esfera abriga o Umbral mais ameno, onde os Espíritos do Bem localizam, com mais amplitude, sua assistência e onde estão situadas as "Moradias".
A 3ª esfera, a rigor, ainda faz parte do Umbral, pois, sendo de transição, abriga Espíritos necessitados de reencarnação. Nessa terceira esfera se localiza a cidade "Nosso Lar", num ponto situado sobre a cidade do Rio de Janeiro.
A respeito das três primeiras esferas os livros de André Luiz dão-nos notícias, retratando as edificações e as organizações que ali existem mantidas pelos Espíritos do Bem. Quanto às demais, pouco tem sido dito, mesmo na obra a que nos referimos no início, a qual, ao apresentar um desenho ilustrativo das sete esferas, assim as designa:
4ª esfera - Arte em geral ou Cultura e Ciência.
5ª esfera - Amor Fraterno Universal.
6ª esfera - Diretrizes do Planeta.
7ª esfera - Abóbada celeste.
A colônia espiritual “Nosso Lar”, retratada no livro de mesmo nome escrito por André Luiz, localiza-se, segundo a obra Cidade no Além, na ionosfera. É interessante, pois, lembrar aqui o que significa ionosfera e qual, segundo a ciência, é a sua dimensão.
A atmosfera da Terra divide-se, segundo a ciência, em cinco camadas: a troposfera, a estratosfera, a mesosfera, a ionosfera e a exosfera.
A troposfera é a camada mais próxima da crosta terrestre, na qual estão imersos os seres vivos de hábito terrestre. Esta camada tem aproximadamente oitenta por cento do peso atmosférico, ou seja, é onde o ar está mais concentrado. Esse nome, troposfera, significa "esfera turbulenta", pois é ao longo dos seus aproximadamente 12 km de espessura que ocorrem quase todos os fenômenos meteorológicos.
Na estratosfera aparece uma grande concentração de ozônio, um composto formado por átomos de oxigênio – a conhecida camada de ozônio –, que funciona como um filtro para os raios solares. Ela absorve a radiação solar ultravioleta, deixando passar apenas parte deles e protegendo a vida da Terra. A estratosfera tem uma espessura média de aproximadamente 38 km.
Ao chegar à mesosfera passamos por 99% do peso do ar, ou seja, quase todo o ar já ficou para trás. Essa camada tem aproximadamente 50 km de espessura.
A ionosfera é assim chamada por possuir uma grande quantidade de íons, átomos eletricamente carregados. A ionosfera – também designada por termosfera – situa-se entre a mesosfera e a exosfera, entre 85 e 400 km de altitude.
A exosfera é a camada mais externa da atmosfera. Chega a confundir-se com o espaço cósmico. O ar existente nessa camada é tão rarefeito que os grupamentos atômicos chegam a atravessar distâncias enormes sem se chocarem.
Esperamos que estas informações permitam à leitora dirimir as dúvidas mencionadas na mensagem que nos enviou. |
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De: Raimundo Nonato Azevedo de Freitas (Praia Grande, SP)
Domingo, 9 de março de 2025, às 11:55:16
Assunto: Registros de vidas passadas
Como explicar que a mediunidade e outros saberes e aquisições intelecto-morais estão registrados no perispírito, se este é formado pelos elementos de cada mundo onde o Espírito vai encarnar?
Obrigado,
Raimundo Nonato
Resposta do Editor:
A indagação do prezado leitor pode ser resumida na seguinte frase: - Se o perispírito pode ser trocado, onde ficam os registros das vidas passadas?
Já tratamos deste assunto na edição 334 desta revista, que o leitor pode acessar e ler clicando neste LINK
Em síntese, lembremos que o perispírito ou corpo espiritual é constituído de dois elementos citados por diversos autores: o corpo astral e o corpo mental, além do chamado duplo etérico ou etéreo. As mutações e mesmo a substituição verificadas no corpo astral não afetariam, portanto, a memória e os registros das vivências passadas, que constituiriam funções do corpo mental, a que André Luiz se refere em uma nota de rodapé constante do cap. II, pp. 25 e 26, da 1ª parte do livro Evolução em Dois Mundos.
Segundo André Luiz, o corpo mental, assinalado experimentalmente por diversos estudiosos, é o envoltório sutil da mente e, como tal, não é afetado pelas mutações sofridas pelo corpo astral. |
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De: Correio Espírita (Niterói, RJ)
Sexta-feira, 7 de março de 2025, às 15:14
Assunto: Jornal Correio Espírita de março de 2025
Olá, amigos.
Eis os destaques de nossa edição deste mês:
- Amor Divino: Reencarnação ou eternidade das penas;
- A atmosfera espiritual no carnaval;
- O tempo certo;
- Vós sois deuses.
Tudo isso e muito mais no Correio Espírita.
Para acessar nosso site, clique aqui
O preço da assinatura on-line custa apenas R$ 30,00 anuais.
Saudações,
Secretaria do Correio Espírita |
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De: Editora Correio Fraterno (São Bernardo do Campo, SP)
Terça-feira, 11 de março de 2025, às 08:07
Assunto: O desafio de escrever para o público jovem
Olá! Bom dia!
Tudo bem com você? Espero que esteja!
A entrevista da atual edição do Correio Fraterno é com Arlete Braglia, relações públicas, professora e escritora de vários livros espíritas infantis, sob o pseudônimo de Ada May.
Na nossa conversa, ela revelou como tem enfrentado o desafio de escrever sobre o Espiritismo para jovens leitores e as necessidades mais recentes que tem percebido nesse público para compreender os princípios da doutrina e a vida. “Gosto de fazer analogias que possam explicar de maneira mais acessível os raciocínios mais complexos, aproximar a filosofia espírita do cotidiano do meu público, para que compreenda onde ela pode ser aplicada e verificada.”
Vale a pena acompanhar a entrevista. Para acessá-la, clique neste LINK
Um abraço,
Izabel Vitusso
Editora Correio Fraterno |
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De: Erika Silveira (São Paulo, SP)
Sexta-feira, 7 de março de 2025, às 15:26
Assunto: Lançamento de nova edição de Memórias de um Toxicômano
Boa tarde.
Compartilho a divulgação do lançamento da nova edição da obra Memórias de um Toxicômano, publicada pela FEAL, que trata de um tema de grande importância para a sociedade.
Memórias de Toxicômano, ditada pelo espírito Tiago, foi psicografada por Marcos Alberto Ferreira, Juiz de Direito, titular da Primeira Vara Cível da Infância e da Juventude da Comarca de Belo Horizonte (MG).
O lançamento ocorrerá no dia 15 de março, das 9h às 11h, no Centro Espírita Nosso Lar Casas André Luiz - Unidade Santana. E também no dia 16 de março, das 15h às 17h, no Centro Espírita Nosso Lar Casas André Luiz - Unidade Vila Galvão.
Abraços,
Erika Silveira |
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De: Jornal Mundo Maior (Santa Adélia, SP)
Sábado, 8 de março de 2025, às 07:55
Assunto: Mulheres
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“No mundo, existem diversos tipos de mulheres. Existem as que curam com a força do seu amor e as que aliviam dores com a sua compaixão. Foram exemplos Irmã Dulce, na Bahia, e Madre Teresa, na Índia.
Existem mulheres que cantam o que se sente e as que escrevem.
Há mulheres glamourosas, como foi Lady Di e mulheres maravilhosas que deixam lições eternas, como Eunice Weaver e Madame Curie.
Existem mulheres que fazem rir, e mulheres talentosas no teatro, nas telas dos cinemas, nos palcos do mundo.
Entre tantos tipos de mulheres existem as que não são conhecidas ou famosas. Mulheres que deixam para trás tudo o que têm, em busca de uma vida nova. Lembramos das nossas nordestinas e sua luta constante contra a adversidade, para que os filhos sobrevivam.
Mulheres que todos os dias se encontram diante de um novo começo, que sofrem diante das injustiças das guerras e das perdas inexplicáveis, como a de um filho amado, pela tola disputa de um pedaço de terra, um território, um comando.
Mães amorosas que, mesmo sem terem pão, dão calor e oferecem os seios secos aos filhos famintos. Mulheres que se submetem a duras regras para viver.
Mulheres que se perguntam, ante a violência de que são vítimas, qual será o seu destino, o seu amanhã.
Mulheres que trazem escritos nos sulcos da face, todos os dias de sua vida, em multiplicadas cicatrizes do tempo.
Todas são mulheres especiais. Todas, mulheres tão bonitas quanto qualquer estrela, porque lutam para fazer do mundo um lugar melhor para se viver.
Entre essas, as que pegam dois ônibus para ir para o trabalho e mais dois para voltar. E quando chegam em casa, encontram um tanque lotado de roupa e uma família morta de fome.
Mulheres que vão de madrugada para a fila a fim de garantir a matrícula do filho na escola.
Mulheres empresárias que administram dezenas de funcionários de segunda a sexta e uma família todos os dias da semana.
Mulheres que voltam do supermercado segurando várias sacolas, depois de ter pesquisado preços e feito malabarismo com o orçamento.
Mulheres que levam e buscam os filhos no colégio, os colocam na cama, contam histórias, dão beijos e apagam a luz.
Mulheres que lecionam em troca de um pequeno salário, que fazem serviço voluntário, que colhem uvas, que operam pacientes, que lavam a roupa, servem à mesa, cozinham o feijão e trabalham atrás de um balcão.
Mulheres que criam filhos, sozinhas, que dão expediente de oito horas e ainda têm disposição para brincar com os pequenos e verificar se fizeram as lições.
Mulheres que arrumam os armários, colocam flores nos vasos, fecham a cortina para o sol não desbotar os móveis, mantêm a geladeira cheia.
Mulheres que sabem onde está cada coisa, o que cada filho sente e qual o melhor remédio para dor de cotovelo do adolescente.
Podem chamar-se Bruna, Carla, Teresa ou Maria. O nome não importa. O que importa é o adjetivo: mulher.
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A tarefa da mulher é sempre a missão do amor. Onde quer que ela esteja, ali se encontrará um raio de luz, uma pétala de flor, um aconchego, um verso, uma canção.” (Redação do Momento Espírita.)
Saudações,
Jornal Mundo Maior |
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De: Editora Planeta (São Paulo, SP)
Quarta-feira, 12 de março de 2025, às 10:43
Assunto: Sobre experiências de quase-morte
A curiosidade sobre o que acontece depois da morte é um fator que move povos e culturas desde o início dos tempos, tanto buscando respostas na espiritualidade quanto tentado comprová-las na ciência. Em busca de uma solução fundamentada para a questão, o respeitado pesquisador Dr. Raymond A. Moody se juntou ao escritor best-seller Paul Perry em “A prova da vida além da vida”, que chega ao Brasil pela Editora Planeta. Com resultados e novidades colhidos em cinco décadas de pesquisas e estudos, os autores reúnem provas de que a consciência sobrevive após a morte do corpo.
Apresentando conceitos pouco explorados antes, como o de morte compartilhada e evidências mais atuais de experiências extracorpóreas, precognitivas e espirituais, a obra analisa casos de curas inexplicáveis e novas habilidades adquiridas após experiências de quase-morte, até detalhes fascinantes sobre o psicomanteum, uma técnica proveniente da Grécia antiga de observação de espelhos que serviam como canais de comunicação com os que já partiram.
O livro aborda o tema da vida após a morte como um conceito científico e não necessariamente espiritual. Dividido em sete partes com provas descritivas e depoimentos, os autores exploram várias áreas em busca de evidências concretas de que há consciência após a morte do corpo, para além do que define o corpo físico e o cérebro, a alma e a existência.
Saudações,
Editora Planeta |
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