CLAUDIA SCHMIDT
claudia2704@gmail.com
Santo Ângelo,
Rio Grande do
Sul (Brasil)
Reencarnação não
é castigo
Deus não produz
sofrimentos,
injustiças ou
desigualdades.
Eles são frutos
do egoísmo, do
orgulho e da
imperfeição,
próprios do
estágio
evolutivo em que
cada Espírito se
encontra. O ser
humano é o único
responsável pela
dor e pela
tristeza em seu
processo
evolutivo.
O Criador, com
justiça e
sabedoria,
concede aos seus
filhos o
livre-arbítrio,
faculdade que
nos possibilita
escolher como
agir,
tornando-nos,
conseqüentemente,
responsáveis por
nossas atitudes.
À medida que
progredimos,
reparamos os
erros, fazendo o
bem a quem antes
prejudicamos.
Assim, cada
Espírito é
responsável pelo
seu crescimento,
errando e
acertando, ao
mesmo tempo em
que colabora na
evolução da
coletividade.
Reencarnamos
hoje em um mundo
de provas e
expiações, que é
o Planeta Terra.
As provas
servem para que
aprendamos algo
ou tenhamos
testado o
aprendizado já
conquistado.
Elas são
definidas pelo
Espírito
reeencarnante,
antes da nova
experiência no
mundo material,
se o seu
progresso
espiritual
permitir. Assim,
cada um escolhe
o gênero de suas
provas, mas não
os mínimos
acontecimentos,
que são
conseqüências
dos atos
praticados no
cotidiano.
Expiações
são os
sofrimentos que
têm origem nos
erros cometidos.
Não são castigos
divinos, mas os
resultados de
nossos atos.
Podemos, porém,
através de
nossas atitudes
nesta vida,
amenizar as
expiações,
fazendo o bem e
aproveitando
todas as
oportunidades de
auxiliar o
próximo,
transformando-as
em situações que
nos façam
crescer
espiritualmente.
Algumas provas e
expiações são
resultado do
determinismo
divino.
Determinismo são
os fatos que
influem sobre o
reencarnante sem
que ele possa
escolher
vivenciá-los ou
não. Exemplo
disso são as
condições
físicas ou a
classe social em
que o Espírito
reencarna. Mas
cabe a cada
indivíduo,
usando seu
livre-arbítrio,
escolher como
reagir às
situações que
enfrenta: com
revolta ou
resignação; com
descrença ou fé;
com amor ou não.
O progresso
intelectual,
moral e
espiritual são
parte do
determinismo
divino. Ele
ocorre de
maneira
desigual, porque
depende da
vontade, do
empenho e das
atitudes de cada
ser. Mas a meta
final será
atingida por
todos os
Espíritos: a
perfeição.
Independente de
estarmos
passando por
provas ou
expiações, a
reencarnação não
é castigo.
Estamos
encarnados para
aprender,
evoluir, reparar
erros,
transformando-os
em acertos.
E todos temos a
mesma tarefa:
fazer o melhor,
no caminho do
amor, evoluindo
sempre, através
de nosso próprio
mérito.
Construímos
nossa felicidade
na medida em que
aproveitamos ao
máximo esta
oportunidade
valiosa que é a
nossa encarnação
atual.