GERSON SIMÕES
MONTEIRO
gerson@radioriodejaneiro.am.br
Rio de Janeiro,
RJ (Brasil)
A
dor da perda dos
entes queridos
Mesmo tendo
certeza de que a
alma não morre
nunca e continua
viva após a
morte, a perda
dos entes
queridos é
sempre causa de
dor e
sofrimento. A
propósito, Allan
Kardec, na
questão 934 de
O Livro dos
Espíritos,
perguntando aos
Benfeitores
Espirituais “se
a perda dos
entes que nos
são caros não
constitui para
nós legitima
causa de dor,
tanto mais
legítima quanto
é irreparável e
independente da
nossa vontade”,
recebeu a
seguinte
resposta:
“Essa causa de
dor atinge assim
o rico, como o
pobre:
representa uma
prova ou
expiação, e
comum é a lei.
Tendes, porém,
uma consolação
em poderdes
comunicar-vos
com os vossos
amigos pelos
meios que vos
estão ao alcance
enquanto não
dispondes de
outros meios
mais diretos e
mais acessíveis
aos vossos
sentidos”.
Pois bem, recebi
a consolação a
que se refere
essa resposta de
minha filha
Alcíone Mattoso
Monteiro,
desencarnada com
2 anos e 4 meses
de idade,
através de
mensagem
psicofônica
transmitida pela
médium Aracy em
dezembro de
1961, no Centro
Espírita
Discípulos de
Allan Kardec
(Rua Cabuçu, 28
– Casa 12 – Lins
de Vasconcelos).
Alcíone
desencarnou em
virtude de um
tumor
cancerígeno
localizado no
sistema
neurovegetativo.
Eis um trecho da
mensagem que foi
gravada, a qual
recebeu o título
“Eu não morri”:
“Meus amigos,
hoje me foi
permitido vir
falar-vos, vir
dizer-vos que a
Lei da
Reencarnação é
uma bênção! É
ela que faz com
que paguemos as
nossas dívidas.
E foi assim,
pela encarnação
última que tive
na Terra, que
acabei de pagar
uma dívida muito
grande. Eu
deixei o meu
corpo por ação
de uma
enfermidade que
abalou a todos,
mas meu espírito
está liberto”.
Os leitores que
desejarem a
íntegra da
mensagem, podem
solicitá-la
diretamente a
mim.
Certa noite, ao
orar antes de
dormir, Alcíone
aproximou-se de
mim e,
mentalmente,
passou a falar
sobre o valor da
reencarnação.
Após isso,
revelou-me que a
causa do seu
câncer foi
"Maternidade
Criminosa”, isto
é, a prática de
abortos em vidas
anteriores. Vale
esclarecer que o
tumor abrangeu
toda a região
pélvica, onde os
filhos são
gerados.