WALDENIR
APARECIDO CUIN
wacuin@ig.com.br
Votuporanga, São
Paulo (Brasil)
Não basta
pregar, é
preciso
exemplificar
“Nem todo o que
me diz
Senhor, Senhor
entrará no Reino
dos Céus, mas
sim o que faz a
vontade de meu
Pai, que está
nos céus, esse
entrará no Reino
dos Céus.”
(Mateus, VII-21.)
Sem dúvida, tem
um valor
incalculável a
divulgação das
valiosas e
oportunas lições
de Jesus, mas
elas terão um
valor ainda
maior quando as
exemplificarmos
no quotidiano.
Não basta,
portanto, que
falemos da
importância do
amor, melhor
será que em
nossas ações e
procedimentos
demonstremos o
verdadeiro amor.
Em púlpitos,
tribunas e
palcos, temos
plenas condições
de verbalizar o
quanto a
fraternidade
pode oferecer de
benefícios aos
homens, mas o
convencimento
sobre tal
assertiva
chegará às
massas populares
mediante os
nossos exemplos
de vivência
fraterna no seio
social em que
mourejamos.
Merece aplauso e
reconhecimento a
criatura que em
suas
manifestações
expressa a
grandeza da
caridade, mas
seu conceito
terá maior e
mais profundo
alcance se
estiver
acompanhado da
real prática da
solidariedade.
Vale muito
ensinar, mas
vale muito mais
ensinar
exemplificando
aquilo que
ensinamos. Jesus
Cristo, para
todos nós,
precisa ser o
guia e o modelo
a ser seguido,
pois que sempre
deu inequívocas
demonstrações
práticas de tudo
aquilo que
disse.
Vivendo na mais
pura humildade,
o Divino Amigo
dispensou
aparatos, pompas
e regalias e se
preocupou
tão-somente em
ser entendido,
se esforçando ao
máximo para que
as suas
inesquecíveis
lições ocupassem
a mente e o
coração de cada
ser humano.
A nenhum de nós
pediu ou exigiu
santidade, ou
espetáculo de
grandeza, e
ainda hoje
espera que
apenas
empreendamos
muitos esforços
e dedicação para
que alcancemos a
angelitude que
nos está
proposta.
Ante o vasto
campo do mundo e
o imenso serviço
a ser feito, Ele
espera que O
ajudemos a
implantar o
reino de Deus na
Terra. Para
tanto, a quota
de cada um será
a multiplicação
dos talentos
recebidos.
Aquele que tem o
talento da
esperança, que o
multiplique
junto dos que
vivem no
desespero e no
desânimo,
informando o
valor e a
importância da
fé em Deus, que
em momento algum
nos deixa
desamparados.
Quem recebeu o
talento da
alegria, que o
amplie no seio
dos tristes e
amargurados,
fazendo-os
entender que o
sofrimento é
passageiro e que
a vida nos
reserva sempre
surpresas
agradáveis em
sua inexorável
trajetória.
O detentor do
talento da
paciência e da
resignação, que
o faça crescer
no contexto das
pessoas
desesperadas e
aflitas,
objetivando que
percebam a
brevidade da dor
que as acomete
em face do
alento que as
esperam.
O ungido com o
talento da
sabedoria, que o
faça prosperar,
significativamente,
junto dos
ignorantes e
esquecidos,
moldurando a
eles o quadro
promissor de
dias melhores no
futuro.
Que o aquinhoado
com o talento da
determinação e
da coragem
trabalhe
firmemente para
o seu
crescimento
junto dos
tímidos,
assustados e
vacilantes,
informando que o
medo, em momento
algum, criou
condições de
progresso.
Assim, não
vacilemos.
Ensinar as
sábias lições de
Jesus é dever e
obrigação de
cada um, mas
nunca somente
com palavras,
pois que elas o
vento pode
levar, mas,
acima de tudo,
com ações e
atitudes, uma
vez que os
exemplos são
marcantes e
decisivos,
fixando, de
forma segura, os
ensinamentos
cristãos.
Portanto, não
basta apenas
pregar, é
imprescindível
agir,
exemplificando...
Reflitamos.