CLAUDIA SCHMIDT
claudia2704@gmail.com
Santo Ângelo,
Rio Grande do
Sul (Brasil)
Os dois meninos
João e Pedro
entraram em um
supermercado.
João furtou duas
barras de
chocolate e
Pedro também.
Vamos fazer uma
viagem no tempo,
para ver o que
aconteceu com
eles.
João
- João
continuou
achando que não
fazia mal roubar
apenas uma ou
duas barras de
chocolate. Mas
logo ele passou
a roubar outras
coisas, coisas
maiores e mais
caras. João
nunca foi preso,
por isso ele
achava que não
tinha
importância
cometer alguns
roubos, contanto
que ninguém
descobrisse. Ele
cresceu e
arrumou um
emprego. Logo
estava roubando
do patrão. Teve
que trocar de
emprego e de
cidade para não
descobrirem sua
desonestidade.
João tinha
muitos bens
materiais, mas
não tinha a
consciência
tranquila. Ele
vivia nervoso e
com medo de que
alguém fosse
descobrir que
ele roubava. Ele
era muito
infeliz, e
muitas vezes
percebeu que
seus filhos
tinham vergonha
do pai, pois
sabiam que João
não era um bom
exemplo.
Muito jovem
ainda, João teve
um ataque do
coração e
desencarnou.
Chegou ao Mundo
Espiritual
perturbado e
muito apegado à
casa, ao carro e
a todas as
coisas materiais
que ficaram no
mundo terreno.
Lá sofreu muito,
teve solidão e
medo. Tempos
depois, se
arrependeu da
vida desonesta
que levara.
A família de
João orava por
ele e Deus, em
sua infinita
bondade, deu
outra
oportunidade a
João: ele
reencarnou. Em
sua nova vida,
João, que agora
tem outro corpo
físico e outro
nome, será
muitas vezes
tentado a ser
desonesto. E
assim será até
que ele aprenda
a respeitar os
outros e seus
bens, adquirindo
a virtude eterna
que é a
honestidade.
Pedro -
Quando chegou a
casa o pai de
Pedro percebeu
que o garoto
estava nervoso e
foi conversar
com ele. Logo o
pai descobriu o
que havia
ocorrido.
Conversou muito
com Pedro, falou
sobre a
importância de
ser honesto,
sempre, em todas
as situações.
Falou também que
mesmo que
ninguém esteja
olhando, roubar
é uma atitude
errada e nossa
consciência sabe
disso. O pai de
Pedro fez o
menino ir até o
supermercado
pedir desculpas
ao gerente e
prometer que
nunca mais
roubaria. Também
teve que
devolver a barra
de chocolate que
restava e pagar
com a mesada a
barra que já
havia comido. O
garoto nunca
mais se esqueceu
das palavras do
pai, de como seu
pai teve
vergonha da
atitude dele e
também de como
ele se sentiu
mal por ter
feito algo
desonesto.
O tempo passou e
Pedro nunca mais
roubou. Ele
também aprendeu
que mentir é uma
forma de
desonestidade
consigo e com os
outros e passou
a cultivar
somente a
verdade.
Pedro terminou
seus estudos,
arrumou um
emprego legal,
casou, teve
filhos. Pedro,
durante sua
vida, teve
outras
oportunidades de
ser desonesto,
mas nunca mais
teve essa
atitude. Quando
ele pensava em
ser desonesto
lembrava-se da
situação que
passou, das
palavras do pai.
E lembrava-se de
seus filhos,
pois queria ser
um bom exemplo
para eles.
Quando Pedro
desencarnou, ele
pôde observar
que seu esforço
em ser honesto
valeu a pena.
Analisando sua
vida, ele
percebeu que
tomou a decisão
correta levando
uma vida baseada
na honestidade.
Pedro adquiriu a
virtude da
honestidade, que
é uma virtude
eterna, que ele
vai levar para
as próximas
reencarnações.
*
Querido
amiguinho,
Ser honesto, não
mentir,
respeitar o que
é dos outros são
escolhas que
fazemos todos os
dias. Não é Deus
quem escolhe por
nós e Ele não é
culpado pelas
escolhas que
fizemos.
Por isso,
devemos ser
honestos sempre,
mesmo que
ninguém esteja
olhando. E
quando estamos
com dúvida sobre
que atitude
tomar, é
importante orar
e pedir a ajuda
do Espírito
protetor para
seguir no
caminho do bem.