
Chega à sua 17ª
edição o
Movimento Você e
a Paz
Em Salvador,
capital da
Bahia, o evento
realizou-se, sob
a coordenação de
Divaldo Franco,
no período
de 12
a 19 de dezembro
Criado em 1998,
o Movimento Você
e a Paz é
apresentado em
nove países. No
Brasil o
movimento é
realizado em
nove Estados e
em cinquenta e
uma cidades. No
exterior os
países são:
Paraguai,
Estados Unidos
da América,
Colômbia,
Portugal,
Inglaterra,
França, Áustria
e Suíça.
No Dique do
Tororó
Assevera-se que
a criatura
humana é a
medida de seus
próprios atos.
(Divaldo Franco)
Em Salvador, o
Movimento Você e
a Paz, em sua
17ª edição, foi
apresentado em
quatro
diferentes
lugares. O
primeiro,
realizado no dia
12 de dezembro,
ocorreu no Dique
do Tororó. Ante
a presença de
lideranças do
movimento
espírita de
Salvador, e com
a participação
musical da dupla
2 e 1, que
mobilizou o
público,
arrancando-lhe
muitos aplausos
e participação,
Divaldo destacou
a importância da
educação
familiar,
doméstica,
moldando os
caracteres em
patamares mais
elevados.
Exemplificando,
Divaldo narrou a
lição proferida
pelo filósofo
Licurgo, notável
orador grego,
que ao ser
convidado para
proferir uma
conferência
sobre a educação
solicitou um ano
de prazo para
preparar o
trabalho,
surpreendendo os
anfitriões.
Licurgo era um
orador exímio,
dado aos grandes
improvisos com
que se destacava
ao falar em
público.
Decorrido o
prazo, Licurgo,
no Areópago,
ante várias
celebridades,
apresentou-se
acompanhado de
dois serviçais.
Um deles
carregava duas
gaiolas.
Em cada uma, uma
lebre. O outro
trazia, presos
em correntes,
dois cães
|
 |
Dique do Tororó |
|
 |
Nando Cordel e sua canção pela paz |
|
 |
Junior - Dupla 1 e 2 |
|
avantajados,
amordaçados,
inquietos.
Sem
falar
uma
única
palavra,
Licurgo
fez um
sinal, e
uma
lebre
foi
solta no
anfiteatro.
Imediatamente
sinalizou
ao outro
serviçal
para que
soltasse
um dos
cães.
Alcançando
a lebre,
o cão
instintivamente
a
destroçou
furiosamente.
A
plateia
foi
tomada
de
espanto
e
horror.
Uma cena
dantesca. |
Após a limpeza
do local,
Licurgo
sinalizou para
que a segunda
lebre fosse
solta.
Saltitante,
percorreu parte
do anfiteatro,
enquanto o outro
cão estava sendo
solto da
corrente que o
retinha. Ele
correu em
direção a lebre,
alcançando-a com
facilidade, e
com uma pata
derrubou-a. O
público,
espantado,
aguardava o
mesmo desfecho
inicial.
Contudo, a lebre
levantou-se e
começaram a
brincar
alegremente,
convivendo
pacificamente
com o cão, seu
predador
habitual. O
público saiu da
expectação para
os aplausos
efusivos.
Somente neste
momento é que
Licurgo falou.
Explicou que o
que acabaram de
assistir foi uma
demonstração do
poder da
educação. A
diferença entre
as atitudes
adotadas pelos
animais é,
simplesmente, a
educação. A um
cão e a uma
lebre, o
filósofo não os
educou,
resultando a
destruição da
lebre pelo cão.
Aos outros dois
animais,
educados, após
soltos passaram
a brincar,
convivendo
pacificamente.
A educação é o
trabalho
extraordinário
de modificar o
instinto, e
fazer com que o
indivíduo se
amolde às
necessidades
ambientais.
Hoje, frisou o
Embaixador da
Paz no Mundo,
a educação cedeu
lugar ao
despautério, a
falta de
respeito, às
atitudes morais
condenáveis. Há
uma necessidade
premente de a
criatura humana
voltar-se para a
educação
familiar, do
lar. A
agressividade
faz parte da
natureza animal
da criatura
humana, é
necessário
aprender a amar,
desenvolvendo
hábitos de
natureza moral
elevada.
A pessoa educada
é não-violenta,
a deseducada, ao
contrário, é
violenta.
Torna-se
fundamental o
desenvolvimento
de hábitos
saudáveis,
adquirir
equilíbrio
emocional. A
proposta da paz
é voltar a
vivência plena
no lar, ter uma
convivência
doméstica em
bases de
fraternidade, de
educação, de
sentir-se feliz
na sua moradia,
transformada em
santuário, onde
se transmita um
sentimento de
segurança, de
respeito.
Para preservar a
paz é necessário
cultuar os
valores
domésticos, a
educação
familiar e
depois a
educação formal.
Ter sempre em
mente que o
exemplo será o
caminho mais
curto e seguro
para as mudanças
de hábitos, bons
ou maus,
conforme a
qualidade desses
exemplos
oferecidos.
Fazer o bem, a
gentileza,
realizar
pequenos gestos
de auxílio,
desenvolver o
respeito mútuo,
contribuem para
o
estabelecimento
de uma cultura
de paz. É
necessário que
se faça uma
pausa para que o
amor domine a
nossa vida, para
que a paz íntima
se exteriorize
em forma de
educação,
compreensão,
benevolência.
Na Praça
Tricolor
A paz não se
dará por
decreto, a paz
não poderá ser
coletiva,
enquanto o homem
mantiver-se
armado uns
contra os
outros.
(Divaldo Franco)
Ao anoitecer do
dia 14 de
dezembro de
2014, o
Movimento Você e
a Paz teve
continuidade na
Praça Tricolor
(Boca do Rio -
Antiga sede do
Esporte Clube
Bahia), na orla
de Salvador.
Após animado
momento musical
com a Dupla
Cássia
Aguiar/Cleber
Wilson, o coro
de crianças da
Educação
Infantil da
Mansão do
Caminho
apresentou
vários números
musicais de
ímpar beleza e
alta
performance.
Estiverem no
palco Lucia
Flores Moehlecke,
do Rio Grande do
Sul; Dalva
Silva, da
Federação
Espírita do
Estado do
Espírito Santo;
Ruth Brasil
Mesquita,
expositora;
Marcel Mariano,
expositor; e
Divaldo Franco,
Embaixador da
Paz no Mundo.
Ruth Brasil
Mesquita
destacou que a
|
|
paz está
na
intimidade
de cada
indivíduo,
e que o
exercício
do amor
é
necessário
e
salutar
para uma
vida
pacífica.
Cada ser
humano,
disse, é
uma
potência
de paz.
Salientou
que cada
um deve
se
esforçar
para
oferecer
bons
exemplos.
Marcel
Mariano,
por sua
vez,
comentou
o
resultado
de uma
pesquisa
onde a
Austrália
foi
considerada
o país
mais
feliz
para se
viver,
graças a
sua
solidez
econômica,
educacional
e
social.
Em um
universo
de 10
países,
o Brasil
ficou em
oitavo
lugar,
nesta
mesma
pesquisa,
graças
as suas
condições
climáticas,
pela
incidência
de sol,
pelas
suas
praias e
pelo
relativo
baixo
custo de
vida. |
Divaldo Franco
narrou a
história de
Aracy de
Carvalho, que,
casada com o
diplomata João
Guimarães Rosa,
salvou milhares
de judeus, em
plena II Guerra
Mundial,
encaminhando-os
ao Brasil. Mais
tarde, Aracy de
Carvalho, tendo
sempre o próximo
como seu irmão,
acolheu vários
intelectuais que
se opunham ao
regime de
exceção iniciado
em 1964,
dando-lhes
guarida. Aracy
de Carvalho,
brasileira,
ainda jovem, se
mudou para a
Alemanha nazista
ao lado de seu
filho pequeno,
de apenas cinco
anos de idade.
Lá passou a
trabalhar no
consulado
brasileiro.
Quando a
perseguição
promovida por
Hitler apertou,
pôde ajudar
vários judeus a
emigrarem para o
Brasil. Suportou
toda a pressão e
os riscos
inerentes de
seus atos para
fazer aquilo que
considerava
correto: salvar
vidas, da
maneira que lhe
fosse possível.
Aracy é
conhecida como o
Anjo de
Hamburgo.
A paz não se
dará por
decreto, a paz
não poderá ser
coletiva,
enquanto o homem
mantiver-se
armado uns
contra os
outros. O
essencial na
vida é viver-se
em paz, em
harmonia entre o
SELF e o
EGO,
viver-se em
harmonia com as
leis cósmicas
que regem o
Universo. Ante o
descalabro que
ora se anuncia
no Brasil,
notadamente a
corrupção de
larga escala na
Petrobras, o
Arauto do
Evangelho e da
Paz, frisou a
necessidade de
os eleitores se
utilizarem muito
bem de seu
direto ao voto,
de maneira
racional,
escolhendo os
candidatos mais
dignos, mais
honrados, mais
aptos e capazes.
Segundo uma
pesquisa da
Organização das
Nações Unidas
para a
Alimentação e a
Agricultura –
FAO -, foi
constado que o
desperdício de
alimentos no
Brasil seria
suficiente para
acabar com a
fome na América
Latina. Como
viver em paz, se
a estimava de
mortes causadas
pela fome no
planeta, somente
para o ano de
2015, é de
oitenta milhões
de pessoas?
Narrando duas
comoventes
histórias,
Divaldo
especificou que
quando o
indivíduo se
propõe a ajudar
o outro, esse
próximo não lhe
pesa sobre os
ombros, isto é,
não torna-se um
sacrifício, mas
uma fonte de
prazer, de
felicidade.
Feliz é aquele
que pode doar e
dar-se ao
próximo. Jesus é
o exemplo,
frisou. Dê algo
de si em
benefício do
próximo, use de
misericórdia,
conclamando ao
desenvolvimento
da paz íntima. O
agressivo está
doente. Dê
chance a paz. A
paz chega
suavemente, pede
licença e se
instala no
coração. Assim,
o Embaixador
da Bondade no
Mundo
concluiu o seu
brilhante
pronunciamento
ante um grande
número de
pessoas ali
reunidas para o
salutar
aprendizado do
exercício da
paz.
Na Praça General
Pedro Labatut
Desarme-se
interiormente,
desenvolva o
potencial de
amor ainda
adormecido em
seu mundo
íntimo, vencendo
um dos maiores
flagelos da
humanidade
na
atualidade, a
violência.
(Divaldo Franco)
|
Em 17 de
dezembro, a
Praça General
Pedro Labatut,
no Bairro
Pirajá, na
Capital baiana,
ponto de partida
dos bravos
soldados do
Batalhão de
Pirajá,
protagonistas da
Independência da
Bahia
consolidada em
dois de julho de
1822, estava
engalanada. A
Praça é
fronteiriça à
Igreja Nossa
Senhora da
Piedade,
integrante da
Paróquia São
Bartolomeu. A
Dupla 2 e 1 se
apresentou de
forma magnífica
interpretando
repertório
nacional e
internacional.
Muito aplaudida,
respondia
positivamente
com belas
canções.
Presentes no
palco, Jonas
Pinheiro, de São
Paulo,
representando as
caravanas
presentes;
Marcel
Mariano,
expositor;
e
Divaldo
Franco,
idealizador
do Movi- |
mento
Você e a
Paz,
cuja
proposta
é o
desenvolvimento
da paz
interior,
o
desarmar-se
interiormente.
É,
também,
trabalho
de
desenvolvimento
do
potencial
do amor
ainda
adormecido
no mundo
íntimo
dos
indivíduos.
Visa
vencer
um dos
maiores
flagelos
da
humanidade
na
atualidade:
a
violência.
O
Movimento
Você e a
Paz se
concretiza
e se
amplia,
tornando
um sonho
iniciado
em 1998,
em uma
realidade
que se
afirma a
cada
ano. |
Marcel Mariano
homenageou uma
grande mulher
que, com sua
atitude
audaciosa e
grande coragem,
colaborou para a
mudança de
cultura na
sociedade
brasileira
atual. Após
sofrer três
tentativas de
homicídio, - a
última deixou-a
tetraplégica -,
Maria da Penha
conseguiu
sensibilizar as
autoridades
legislativas e
executivas para
o
estabelecimento
de legislação
que atendesse
especificamente
as mulheres
vítimas de
agressões.
Falando às
mulheres, o
orador cativante
citou como
exemplo as
atitudes, a
coragem e a
determinação de
Maria Quitéria,
Joana Angélica,
Irmã Dulce,
Madre Tereza, e
muitas outras
que agiram
objetivando a
não-violência.
Conclamou ao uso
das ferramentas
da paz, ao
esforço para o
estabelecimento
da paz, da
não-violência, a
construção de um
estado de paz
íntima.
Mentor do
movimento
pacificador,
Divaldo Pereira
Franco narrou a
história de dois
irmãos que em
dado momento,
por questões
secundárias,
tornaram-se
inimigos.
Possuíam
propriedades
separadas apenas
por um riacho.
Brigados e
tornando-se
inimigos um do
outro, o mais
velho contratou
um carpinteiro
para a
construção de
uma grande cerca
de tábuas,
separando as
propriedades dos
dois. Ocorreu
que o
carpinteiro,
descumprindo o
determinado, não
construiu a
cerca, mas uma
ponte. O outro
irmão, vendo a
ponte lançada
sobre o pequeno
rio, ligando as
duas
propriedades,
iniciou a
travessia com um
cesto de frutas,
imaginando que a
ponte tinha sido
ideia de seu
irmão para
reatarem a
amizade, pois
tinha certeza de
que seu irmão
mandara fazer a
ponte como um
gesto de amor,
de perdão,
encaminhou-se
feliz ao
encontro de seu
irmão.
O mais velho,
aturdido por ver
a ligação entre
as duas
propriedades,
pegou um machado
para destruir a
ponte, tentando
impedir que seu
irmão chegasse
até ele.
Contudo, para
sua surpresa,
seu irmão já
estava muito
próximo.
Percebeu nos
olhos do irmão
mais novo
lágrimas de
felicidade, face
radiante.
Abraçaram-se,
perdoaram-se.
Seja você aquele
que constrói
pontes, que ama
e perdoa.
Cativante,
Divaldo narrou
outra história,
destacando que o
amor é a solução
para extinguir o
ódio entre as
criaturas.
Ocorrida em
áreas
miseráveis,
precisamente no
Sudão, com lutas
étnicas
geradoras de
grandes ódios, o
amor prevaleceu
amenizando
situações,
restabelecendo a
esperança, a
gratidão. É
fácil construir
pontes, é fácil
construir
guilhotinas.
Pontes
aproximam,
guilhotinas
destroem vidas.
A criatura
humana, que
possui a
capacidade de
pensar, tem o
dever de amar,
de abraçar a
proposta sublime
do amor,
transformando o
mal em uma
atitude do bem.
Em mais uma
história, agora
entre mãe e
filho, o
destaque é
igualmente o
amor. Velando
pelo filho,
desde antes de
seu nascimento,
a extremosa mãe
preta, modesta
lavadeira e
vendedora de
acarajé,
dedicou-se
integralmente ao
filho,
propiciando-lhe
condições de se
tornar um grande
e renomado
médico na cidade
de Salvador/BA.
Embora o filho,
sempre muito
inteligente,
determinado e
estudioso, e por
frequentar a
universidade e
as altas esferas
sócias, a
renegasse,
omitindo a sua
origem, a mãe
amorosa o
acalentava em
seu terno
coração,
compreendendo e
perdoando-lhe as
atitudes de
orgulho.
A mãe, em seu
leito de morte,
narrou a Divaldo
toda a comovente
saga vivida com
o filho,
destacando que o
filho é o seu
sol do meio-dia,
assim como Jesus
é o sol da
humanidade. O
filho, ainda
experimentando
as algemas do
orgulho, dias
depois foi
perguntar a
Divaldo sobre o
teor daquela
conversa, e por
ter respondido
que não era o
filho daquela
mulher preta e
pobre, Divaldo
nada disse.
Passados quinze
dias ele voltou,
corroído pela
dor, e após
relutar,
confirmou que
era filho
daquela mãe
preta.
Reconheceu ter
sido um filho
ingrato, sua
presunção, a
vergonha de ser
filho de uma
lavadeira e
vendedora de
acarajé. Então
perguntou, que
devo fazer para
me redimir desse
grave erro?
Adotar uma mãe
preta e pobre,
respondeu o
Arauto do
Evangelho e da
Paz. Ele fez
mais. Não só
adotou uma mãe
preta, mas
muitas outras
que nada
dispunham em
suas
miserabilidades.
O amor está
dentro de cada
um. A paz é
conquista
íntima,
finalizou o
Embaixador da
Paz.
Na Praça do
Campo Grande
A paz tem que
partir de cada
um de nós, pela
nossa
transformação
moral, pelo bem,
pelo amor que
possamos
estender, a fim
de que sejamos
felizes em nosso
lar, na
comunidade, e
por extensão, o
mundo possa
desfrutar de
paz.
(Divaldo Franco)
Chegou o grande
momento do
Movimento Você e
a Paz do ano de
2014. É a
culminância de
evento de
sucesso. No
Estado da Bahia
é apresentado em
diversas datas e
cidades durante
o transcurso do
ano. O dia 19 de
dezembro é uma
data oficial da
capital baiana,
justamente para
promover a paz.
 |
Antes do
encontro marcado
para o período
da noite,
Divaldo Franco
concedeu uma
entrevista ao
telejornal Bahia
Meio Dia, na TV
Bahia.
Recebido com
muito carinho
por todos, desde
funcionários,
técnicos,
repórteres e
apresentadores,
Divaldo falou da
importância
desse evento,
destacando que a
paz se instalará
|
dentro
de cada
indivíduo
pela sua
transformação
moral e
o amor e
o bem
que se
faça aos
outros,
logrando
felicidade
onde
quer que
se
encontre.
Referiu-se,
também,
ao
esclarecimento
sobre as
questões
da
mediunidade
através
de
programas
como as
novelas,
por
exemplo.
A
proposta
do
Espiritismo
é tornar
os
indivíduos
felizes
aqui no
Planeta.
A paz
depende
essencialmente
da
educação,
da
utilização
dos
deveres
e
direitos,
sempre
em
equilíbrio.
Sua
mensagem
foi de
estímulo
para que
as
pessoas
se amem,
todo
aquele
que ama,
vive em
plenitude.
Não é
importante
ser
amado, o
importante
é amar,
desejando
que a
paz e o
amor
possam
penetrar
no
coração
de todos
os
indivíduos,
construindo
um
amanhã
melhor
do que
foi
hoje.
|
À noite, na
Praça do Campo
Grande, a partir
das 18h30, o
Movimento Você e
a Paz, que visa
construir uma
sociedade mais
solidária, mais
fraternal e mais
feliz, teve o
seu grande
momento,
encerrando a sua
17ª edição. Com
a presença de
várias caravanas
provenientes dos
Estados de MG,
SP, PR e MS, da
Suíça, do
Movimento
Espírita
Escandinavo e do
|
 |
Canadá. Com a
praça lotada, as
pessoas
aguardaram o
momento
culminante
apreciando o
show musical
realizado pela
Dupla 2 e 1;
pela Dupla
Cássia
Aguiar/Cleber
Wilson; e por
Nando Cordel. A
Banda de Música
do Grupamento
dos Fuzileiros
Navais, do
Comando do
Segundo Distrito
Naval da Marinha
do Brasil,
empolgou o
público.
|
 |
Foram agraciados
com o Troféu
Você e a Paz, na
categoria
Personalidade
física que se
doa, Reinaldo
Martins Batista,
da Associação
Casa de Caridade
Adolfo Bezerra
de Menezes -
ACCABEM; o
Maestro Ricardo
Castro, do
Projeto NEOJIBÁ
– Núcleos
Estaduais de
Orquestras
Juvenis e
Infantis da
Bahia; e Antônio
Carlos Gomes
Conceição, do
Projeto Mangan- |
gá de Capoeira.
Na categoria
Instituição que
realiza, os
premiados foram
a Associação de
Pais e Amigos de
Deficientes
Auditivos –
APADA-; o Lar do
Irmão Velho,
pela assistência
à velhice; e o
Centro de
Excelência
Contra a Fome,
Programa Mundial
de Alimentos da
ONU/Agência
Brasil. Na
categoria
Empresa que
viabiliza, as
agraciadas foram
a Braskem e a
Brasilgás, pelos
serviços
prestados à
sociedade. |
Os
pronunciamentos
iniciais foram
realizados por
Célia Oliveira
de Jesus
Sacramento,
Vice-Prefeita de
Salvador/BA;
André Luiz
Peixinho,
Presidente da
Federação
Espírita do
Estado da Bahia;
Ruth Brasil
Mesquita,
Psicóloga; e
Marcel Mariano,
Bacharel em
Direito. Suas
propostas foram
de estímulo a
uma conduta
digna, de
respeito para
com o próximo,
do emprego da
gentileza e da
tolerância, de
aperfeiçoamento
moral, da
educação, do
exercício do bem
e do amor. A paz
nasce da
compreensão da
vida, do
desapego e da
consciência que
tudo, na Terra,
é transitório.
Divaldo Pereira
Franco, o
idealizador
desse fenomenal
movimento
pacifista,
destacou a
gentileza para
com todos, a
prática de
sentimentos
nobres, a
construção de um
estado de paz
íntima,
pacificando-se.
Salientou que os
bons exemplos
são mecanismos
inspiradores de
uma vivência
ética e moral
elevadas, o
exercício do
voto consciente,
com escolhas de
candidatos
dignos, capazes
e comprometidos
com o
cumprimento das
leis.
A proposta
pacifista visa
que cada
indivíduo
construa, dentro
de si, a paz,
superando as
suas más
inclinações,
estimulando-se
em bem proceder,
quer no campo
moral,
educacional,
ético, social.
Amar mais,
perdoar mais,
não aceitar o
mal dos outros,
mudar as
atitudes com
relação a si e
ao próximo, ser
mais paciente,
respeitoso,
fraterno e
solidário é o
caminho que
levará o
indivíduo a
desenvolver a
paz interior,
tornando-se uma
criatura melhor,
no lar, na
sociedade, no
mundo, apesar da
turbulência que
possa estar
acontecendo.
O evento, de
grande
significado, foi
encerrado aos
acordes da
Canção Paz Pela
Paz, de Nando
Cordel, que no
palco,
juntamente com
Divaldo Franco,
comandou o
público, que em
massa, entoou
com muita
vibração a
conhecida
canção,
aplaudindo,
abraçando-se.
Nota:
As fotos que
ilustram esta
reportagem foram
feitas por Jorge
Moehlecke.
|