Pequeninas
grandes dádivas
A beneficência
possui uma lista
de pequeninas
grandes dádivas,
dentre as quais
mencionamos
algumas que não
nos será lícito
esquecer:
- o auxílio,
mesmo diminuto,
nas tarefas
socorristas;
- algumas horas
de trabalho
espontâneo e
gratuito, na
execução das
boas obras;
- uma frase de
esperança;
- um gesto de
otimismo;
- o silêncio,
perante qualquer
toque de
agressão;
- ouvir
perguntas
infelizes com
paciência;
- aceitar os
amigos, como
são, sem exigir
que nos sigam em
nosso modo de
ser;
- honrar os
adversários com
respeitoso
apreço;
- calar-se para
que outros
falem;
- prestar
serviço sem
aguardar
atenções;
- oferecer
alguns minutos
de reconforto
aos doentes;
- considerar a
importância dos
impulsos
construtivos que
comecem a surgir
nos
principiantes da
fé;
- esquecer
boatos
alarmantes;
- algum ato de
renúncia, em
benefício da paz
alheia;
- apequenar-se
para que outros
se destaquem;
- um sorriso
amigo que
dissipe as
nuvens da hora
difícil;
- rearticular
essa ou aquela
informação,
sempre que
preciso, sem
perder o
espírito de
gentileza;
- exercer
tolerância e
afabilidade,
dentro de casa,
na mesma
disposição com
que se guardam
semelhantes
qualidades nos
encontros
sociais;
- repetir as
palavras
“desculpa-me” e
“muito
obrigado”,
tantas vezes
quantas se fazem
necessárias, nas
horas do dia a
dia.
Na chamada
beneficência
menor, estão os
agentes
indispensáveis à
edificação da
caridade,
porque, em se
atendendo às
pequeninas
grandes dádivas,
é que
aprenderemos a
distribuir as
grandes dádivas,
na seara do bem,
como se fossem
pequeninas.
Do livro
Atenção,
obra mediúnica
psicografada
pelo médium
Francisco
Cândido Xavier.
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